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Notícias

06/09/2019

Vereadores discutem corte de adicional de insalubridade

Servidores participaram da reunião

Os vereadores foram procurados por diversos servidores públicos surpreendidos com o corte do adicional de insalubridade. Ao receber seus vencimentos, o percentual referente à insalubridade não havia sido creditado. Os vereadores comentaram a ação da Prefeitura e estão trabalhando para entender e reverter a situação.

João Paulo Castro Ferreira foi autor de um requerimento para que a Prefeitura envie à Câmara esclarecimentos sobre o corte. Ressaltou que a maioria dos servidores contam com o valor integral de seus salários. “Eu acho que o corte, principalmente da forma abrupta, sem avisar, é muito lesivo ao funcionalismo público. Eu acho que esse adicional de insalubridade ele compõe a renda do funcionalismo público. Vários servidores já se comprometeram com prestações, com serviços com esse dinheiro”.

O vereador Filipe Carielo também foi autor de um requerimento aprovado. Ele convoca o Assessor de Governo da Prefeitura para participar da próxima sessão ordinária – segunda-feira (09) – e falar sobre o corte. O vereador informa que já está em posse de alguns documentos que servirão para questionar esta decisão e solicitou os que ainda faltam, também por requerimento.

Na última segunda-feira (02), um funcionário da empresa que prestou o serviço que resultou no corte do adicional esteve na cidade. Filipe aproveitou para acompanhá-lo a diversos setores da prefeitura para que ele vise em loco o trabalho realizado por servidores que foram prejudicados. Os cortes foram feitos sem que houvesse esta análise. “Eu estive acompanhando o responsável da empresa, fomos em várias áreas do município mostrar aquilo que não foi visto no primeiro laudo. O pessoal que trabalha na praça de esportes, por exemplo, mexe com produto químico, mexe com cloro, mexe com veneno, mexe com adubo”.

Na visão do vereador Juliano Alves da Silva (Pão de Queijo), este corte não poderia ser feito sem passar pela Câmara. “A empresa errou em seguir o regime da CLT, sendo que o regime dos funcionários da prefeitura é estatutário. Os funcionários do Executivo são todos estatutários. Pra ser feito esse corte da insalubridade, se for provado por lei que tem que ser cortado, tem que passar por essa Câmara pra ser votado”.

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